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M2 Drones Agrícolas

Controle Biológico Preventivo

Liberação de Trichogramma galloi via Drone

Controle biológico da broca-da-cana (Diatraea saccharalis) na fase de ovo — o estágio mais precoce da praga, com distribuição georreferenciada em grandes áreas de canavial.

O que é o Trichogramma galloi?

O Trichogramma galloi é um micro-himenóptero parasitoide de ovos da broca-da-cana (Diatraea saccharalis), utilizado amplamente em programas de Controle Biológico Preventivo. Sua liberação estratégica promove a redução da infestação da praga logo no estágio inicial — antes mesmo que as larvas eclodam e perfurem os colmos da cana-de-açúcar. Ao parasitar os ovos da broca, o Trichogramma interrompe o ciclo da praga com zero impacto químico sobre a lavoura, minimizando perdas de produtividade e a abertura de porta para fungos como o Colletotrichum falcatum.

Por que usar drones?

Vantagens da liberação aérea

🎯

Precisão e eficiência

Distribuição homogênea e georreferenciada dos parasitoides em grandes áreas de canavial, com cobertura uniforme calculada por software GIS — sem sobreposições e sem desperdício de material biológico.

Alta capacidade operacional

Cobertura de 350 a 1.200 hectares por equipe por dia, com múltiplas frentes simultâneas para grandes contratos. O planejamento digital das rotas de voo garante máximo rendimento operacional dentro das janelas climáticas.

🌿

Sustentabilidade

Redução da aplicação de defensivos químicos, preservando o equilíbrio ecológico do canavial. O controle biológico preventivo no estágio de ovo é a forma mais eficaz e menos impactante de manejo da broca-da-cana.

📍

Acesso e logística otimizados

Atinge áreas de difícil acesso de forma segura e eficiente. O planejamento digital das rotas evita sobreposições, garante cobertura total dos talhões e permite reabastecimento estratégico via pitstop no campo.

Liberação de Trichogramma galloi com drone — controle biológico em cana-de-açúcar
Liberação de Trichogramma pretiosum com drone — controle biológico em soja e cereais
Processo operacional

Como funciona a operação

01

Coleta de informações

A contratante informa as áreas com necessidade de liberação por meio de uma Ordem de Serviço ou planilha, contendo as fazendas e os talhões onde serão executadas as missões. Nossa equipe técnica identifica as áreas utilizando sistemas de informações geográficas, extraindo os shapes da fazenda indicada.

02

Planejamento das missões

A fazenda é dividida em blocos para otimizar a logística da operação, respeitando as características dos talhões: formato geométrico, redes elétricas de alta tensão, carreadores e o posicionamento estratégico do piloto para operar sempre em VLOS (Resolução ANAC nº 710/2023).

São gerados shapes dos blocos com recuo de 25 metros nas bordaduras para evitar liberação fora da área-alvo. O shape é então inserido no software de missão da aeronave, onde são configurados: espaçamento entre linhas, direção de voo e altitude. O pitstop de reabastecimento é posicionado estrategicamente para maximizar o número de tubetes liberados por voo.

🛰️Extração de shapes via GIS
🗂️Divisão em blocos de voo coloridos
📐Recuo de 25 m nas bordaduras
🔧Rota automática no software da aeronave
Pitstop posicionado para máx. tubetes/voo
🌳Ajuste de rota para desviar de obstáculos
03

Execução das missões

A equipe de liberação retira o material no local designado pela contratante e segue para o campo. As liberações se iniciam a partir das 05h, estendendo-se até as condições climáticas permitirem (temperatura <30°C, umidade entre 30–80%, vento <6 km/h), retornando novamente após as 16h. Todos os dados climáticos são coletados e registrados em campo para inclusão no relatório.

As missões são acompanhadas em tempo real via tablet conectado ao RC — com informações de posição, bateria, velocidade, altitude e câmera FPV, permitindo identificar e corrigir qualquer falha de liberação no ato.

Composição da equipe

  • Piloto com CAAR
  • Auxiliar de campo
  • Veículo pick-up cabine dupla refrigerado com película solar
  • Aeronave DJI Phantom 4 com câmera FPV acoplada
  • Termo-higroanemômetro digital
  • Baterias + carregador de baterias
  • Gerador de energia
  • Kit de ferramentas e peças reserva
  • EPIs: cones, coletes, perneiras, chapéu, óculos, guarda-sol

Rendimento operacional

Cada frente de trabalho atinge 350 a 1.200 ha/dia, dependendo das condições climáticas e da configuração dos talhões. O reabastecimento via pitstop no campo maximiza o aproveitamento de cada bateria.

Ao final do dia, a equipe informa as áreas liberadas à contratante, extrai os logs de voo e envia os registros climáticos para a equipe técnica processar os relatórios.

04

Relatórios pós-liberação

A equipe técnica processa os arquivos .dat dos logs de voo — criptografados e não manipuláveis — e gera mapas georreferenciados com os pontos reais de liberação de cada tubete, atestando a cobertura completa da área. Relatórios enviados diariamente com todos os dados operacionais e climáticos registrados em campo.

Especificações

Parâmetros técnicos de voo

350–1.200 ha/dia por equipe
<30°C Temperatura máxima
30–80% Umidade relativa
<6 km/h Velocidade do vento
25 m Recuo de bordadura
05h / 16h Turnos de operação
VLOS Modalidade de voo
FPV Monitoramento em tempo real

Aeronave DJI Phantom 4 com câmera FPV · Planejamento via software GIS · Operação em VLOS · Resolução ANAC nº 710/2023

Condições climáticas para liberação de Trichogramma galloi
Janela climática Trichogramma galloi
Rastreabilidade

Relatório pós-liberação

Cada liberação gera um relatório completo entregue ao cliente, com mapa georreferenciado e dados rastreáveis para auditoria técnica e agronômica.

📋 Dados da operação

  • Data e horário de início e fim
  • Fazenda, talhão e plano de voo
  • Quantidade de tubetes esperados
  • Quantidade de tubetes liberados
  • Margem de variação
  • Piloto responsável (CAAR)

🌡️ Condições climáticas

  • Temperatura inicial e final
  • Temperatura média
  • Umidade inicial e final
  • Umidade média
  • Velocidade do vento inicial e final

🗺️ Mapa georreferenciado

  • Pontos reais de liberação por tubete
  • Gerados via arquivo .dat (criptografado)
  • Deslocamento completo da aeronave
  • Logs disponíveis em nuvem para auditoria
  • Relatórios enviados diariamente
Relatório técnico de liberação de Trichogramma com drone — controle biológico em cana-de-açúcar Laudo de liberação de Trichogramma galloi com drone — serviço de controle biológico M2 Drones Relatório de operação com Trichogramma por drone — controle biológico em canavial MG Documentação técnica de liberação de Trichogramma com drone — M2 Drones Agrícolas
Conformidade

Legislação e registros

✈️Aeronaves regulares junto à ANAC — Resolução nº 710/2023 (VLOS) e RBAC
📡Aeronaves regulares junto à ANATEL
🛰️Autorizações de voo via DECEA/SARPAS antes de cada operação
🌿Empresa registrada no IBAMA
🎓Operadores capacitados com CAAR conforme requisitos do MAPA em todas as liberações
🌾Empresa registrada no MAPA via SIPEAGRO com engenheiro agrônomo como responsável técnico
📐Registro no CREA-MG com visto de atuação no CREA-GO
🛡️Registro na Agrodefesa-GO e no IMA-MG
Logo ANAC — M2 Drones Agrícolas opera conforme normas da Aviação Civil brasileira Logo CREA — M2 Drones Agrícolas registrada no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia Logo IMA — M2 Drones Agrícolas registrada no Instituto Mineiro de Agropecuária Logo AGRODEFESA — M2 Drones Agrícolas registrada na Defesa Agropecuária de Goiás Logo INDEA — M2 Drones Agrícolas registrada no Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso Pilotos CAAR certificados — M2 Drones Agrícolas com pilotos certificados em aviação agrícola Logo MAPA — M2 Drones Agrícolas opera conforme normativas do Ministério da Agricultura EPIs e NRs — equipe da M2 Drones Agrícolas com equipamentos de proteção nas operações Logo DECEA — voos autorizados via SARPAS DECEA pela M2 Drones Agrícolas

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